Cinco anos depois...

...e o mundo não voltou a ser o que era. Estamos sem dúvida num nova realidade. Após o que ficou conhecido pelos ataques do 11 de Setembro, muita coisa mudou, mas acima de tudo mudou a nossa forma de olharmos o mundo e de lidarmos com a situação. O horror incrédulo provocado a nível mundial nesse 11 de Setembro é agora substituído pelo medo constante que se repita algo de idêntico.

Mas uma nova janela se abriu a nível mundial, agora todos nós temos consciência que podemos ser vítimas de um ataque terrorista. Aos poucos fomo-nos habituando a pequenos atentados e a muitos alarmes. Um alerta de bomba/atentado começa a fazer parte da nossa realidade e sem nos apercebermos vamos vivendo num constante “clima de guerra”, uma “guerra” a que já estamos habituados, com a qual convivemos diariamente, mas por mais ou menos perto que esteja, começamos a distanciá-la. Cinco anos depois um alerta de atentado já não tem a mesma reacção que outrora.

Natascha

O caso mundialmente mediático do momento.
É ideia minha ou há aqui uma curiosidade quase “voyeurista” neste caso?
Se a rapariga devia ou não ter dado a entrevista é com ela, mas ler, ver e ouvir essa entrevista já é comigo!

Qual o interesse que podemos ter em saber e “espiolhar” o acontecimento certamente horrível por que ela passou? Será apenas uma solidariedade humana? Um choque mundial?

Para mim saber que ela foi raptada e ficou prisioneira parece-me mais do que suficiente, mas custa-me um bocadinho ver ao ponto a que a situação chegou…
Libertou-se do sequestrador mas ficou para sempre presa no mediatismo.

PS: Parece que já há uns burlões a simular recolha de fundos, e eu acredito que com muito sucesso. Segundo o Portugal Diário “O esquema passa por simular uma recolha de fundos para os projectos de Natascha, entre eles a criação de uma fundação de ajuda às mulheres vítimas de maus tratos e de apoio aos familiares das mulheres assassinadas no norte do México”. Enfim…

Pontapé de baliza

Quase não se fala de outra coisa. O futebol voltou a ser tema em todos os noticiários e jornais, e não pela euforia do jogo jogado.

Na prática parece-me que já ninguém sabe muito bem em que ponto está o futebol, entre um apito mais colorido que volta sempre a ser falado em alturas mais “acesas”, uma ameaça de exclusão dos campeonatos milionários e a confusão do quem joga com quem, afinal como estamos?

Hilariante é a tentativa de credibilização do futebol, onde o importante seria o jogo jogado, que na prática é isso que as pessoas gostam de ver – embora uns acontecimentos mais escaldantes vendam muito mais. Mas, num jogo onde a verdade desportiva é sempre posta em causa e onde os jogadores são os primeiros a falsear faltas numa tentativa constante de, por um lado, chegar ao golo e, por outro, enganar o árbitro, onde fica a verdade desportiva?

Claro que não podemos esperar que toda a gente seja sempre 100% séria, é utópico, mas o que eu acho é que esta confusão das últimas semanas bem espremida não dá em nada, foi apenas uma tentativa de empolar um acontecimento. Venham os jogos para quem gosta puder ver, e deixem os outros assuntos com a importância que realmente têm (e já agora resolvam alguma coisita para não voltar aos mesmos casos de sempre).

De volta

Pois é, terminaram as férias. Também 3 semanas parecem-me suficientes.
Amanhã estou de voltar à lufa-lufa diária…

Férias

Até breve...

Quase

Parece que este blog foi de férias um bocadito antes de mim, mas também para mim já está quase. A verdade é que o trabalho antes de férias é sempre mais, daí o tempo para o blog tenha sido menos...

Conceitos

RSS; Atom; Podcast; “Videocast”; etc, etc, etc…

Ando a investigar as formas de disponibilizar áudio e vídeo pela Internet e o resultado tem sido aprender um conjunto de conceitos novos. Já para não falar dos formatos áudio e vídeo que existem.

O pretendido até parece bastante simples: permitir que os utilizadores oiçam ficheiros áudio e vejam vídeos pela Internet, mas de preferência que não possam fazer o download para o disco e distribuir, especialmente os vídeos. Bem, impossibilitar o download deve ser complicado, mas pelo menos dificultar essa tarefa já era bom.

Se alguém tiver conhecimento de causa, faça favor de mandar dicas.